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AIDS / SIDA: Prostitutas Africanas Imunes

Data: sábado, 17 de setembro de 2011 | Horário: 10:40

Ao sul do Saara, a África Negra contém 7 de cada 10 portadores de AIDS do mundo. Quando uma mulher tem relação sexual com um portador da AIDS, ela possui chances de contraí-la, quanto mais essa relação for “precária” (falta de proteção, feridas, sujeira) está porcentagem torna-se próxima dos 100%. Agora imagine prostitutas, que se encontram nesse estado, e fazem cerca de 10 relações sexuais por dia, sem proteção e em lugares nem um pouco higiênicos, é fato delas contraírem AIDS, certo? Não exatamente. Prostitutas africanas são imunes ao vírus da SIDA/AIDS.

 Surgiu na cidade Nairóbi, capital do Quênia, um grupo de 200 prostitutas africanas imunes a AIDS que anda causando esperança no mundo. Elas possuem um sistema imunológico capaz de detectar o vírus e eliminá-lo.

O peculiar sistema imunológico das "prostitutas de Nairóbi", como são citadas nos congressos médicos, já é conhecido.

O segredo delas está numa célula conhecida como CTL, que tem por missão identificar e destruir células infectadas por vírus ou tumores. O problema é que, na maioria das pessoas, a CTL não consegue vencer o HIV. Chega a identificar as células infectadas e até começa a combater a doença, mas logo perde força, e o vírus toma conta do organismo.

Nas mulheres de Nairóbi, ao contrário, a CTL é extremamente eficaz no ataque às células infectadas, destruindo-as antes que o vírus se replique no organismo. Ao que parece, essas mulheres desenvolveram a capacidade de atacar um grupo específico de proteínas do HIV que, suspeitam os cientistas, seria um ponto vulnerável do vírus.

Além disso, esse sistema, a cada vez que encontra e enfrenta o vírus, se torna mais eficiente, porém conforme o tempo passa e ele não entra em ação, vai se tornando mais fraco e até mesmo pode deixar a pessoa novamente suscetível à AIDS, logo a imunidade diminui, e elas se tornam vulneráveis como qualquer pessoa.

A partir desse conhecimento, foram desenvolvidas algumas vacinas. Estão sendo testadas no Quênia e na Inglaterra.

Fonte: www.netcina.com.br - retirado de apostila do Dr. Ernesto - By: Luiz Fernando Lopes