Vice-Governador Domingos Filho quer, mas não tem como ficar no PMDB

Deixar o partido, em seu semblante, significa uma dor incontida, mas as circunstâncias políticas e o empurram para fora da agremiação.

Lançado como pré-candidato do PMDB ao Governo do Estado, o senador Eunício Oliveira não conseguiu contornar um dos maiores problemas na sua base partidária e evitar uma possível defecção: o vice-governador Domingos Filho.

Domingos alimenta o sonho de ser candidato à sucessão do governador Cid Gomes, mas não encontra espaços dentro do PMDB porque o partido já tem o pré-candidato: Eunício Oliveira.

Domingos não fala sobre esse assunto, mas interlocutores que o acompanham o vêem desconfortado no PMDB e o advertem que, se ficar no PMDB, sepultará qualquer sonho de sair candidato. E, por essa razão, o vice-governador buscará abrigo em outra sigla.

Após exercer cinco mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa, Domingos Filho carrega a marca de um único partido: o PMDB. Deixar o partido, em seu semblante, significa uma dor incontida, mas as circunstâncias políticas e o empurram para fora da agremiação.

Domingos pode ir para o PSB, PRB ou, mesmo, em último caso, ficar no PMDB. Sem, porém, pensar no Governo do Estado. A exclusão do seu nome da Executiva Nacional do PMDB, durante a convenção do partido, em Brasília, no mês de março, foi o sinal de que qualquer projeto para o futuro, principalmente, ao Governo do Estado, deve ser fora do partido.

Fonte: Ceará Agora

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