Ipu (CE): Engenheiro não esperava que sua preocupação com as calçadas gerasse polêmica

A tarde desta quinta-feira (21), o rádio ipuense ficou marcado por um embate entre o engenheiro civil Hélio Freitas e o radialista Rogério Palhano que é diretor do tributos do município e fiscal de obras, mas que atualmente, na função de 'fiscal de obras', não trabalha fiscalizando as obras, somente emitindo alvarás.

Entenda o caso

Tudo teve início após a publicação de um texto do engenheiro durante a manhã desta quarta-feira (20) onde ele expressou suas preocupações sobre a liberação de alvarás para obras que estão sendo realizadas em desacordo com as leis de engenharia e/ou construção civil e do Código de Obras e Condutas do Município de Ipu. (Veja Aqui).

O radialista não gostou nada do texto, e com isso fez ataques ao engenheiro que ao sentir-se ofendido pelas duras palavras do radialista ligou para a emissora para esclarecer alguns pontos, mas acabou entrando em mais desacordo com o radialista. Logo após o engenheiro sair do ar, o radialista ainda lhe fez outras duras criticas. (Veja Aqui).

Segundo o engenheiro, a CEF (Caixa Econômica Federal) não mais estaria aceitando a assinatura do radialista, diretor dos tributos e fiscal de obras, na aprovação dos projetos de construção que passam por aquela instituição. O motivo seria por falta de habilitação para tal processo. Este fato teria causado revolta no radialista, além do texto publicado pelo engenheiro na manhã desta quarta-feira.

O engenheiro que voltou a ser hostilizado pelo radialista, após sua participação no programa, na manhã desta quinta-feira (21) usou novamente a rede social para expressar sua opinião sobre o episódio.

No facebook, o engenheiro Hélio Freitas disse: "Publiquei ontem no meu face um texto sobre minha preocupação com as calçadas do Ipu. Não esperava que isso fosse de encontro a opinião de um imbecil que faz uma programa de rádio que dizem ser pago pela prefeitura e ele usa pra se auto elogiar e denegrir a imagem dos funcionários da mesma. Fui a vítima da vez. Quem será a próxima? A sua revolta se dá pelo fato da engenharia da CEF não aceitar mais sua assinatura na aprovação dos projetos de construção, pois ele não tem habilitação para isso", disse.

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