Fim da reeleição e 5 anos de mandato prejudica ao povo brasileiro

Sem a reeleição, um mandato de 4 anos para chefes de executivos (presidente, governador e prefeito) não é suficiente para que ele consigo elaborar e colocar em prática um amplo plano de governo.

Se para um bom gestor, 4 anos é pouco, apenas 5 anos não é o suficiente. Já aturar 5 anos de um mau gestor, é complicado.

Com toda a burocracia que travam obras e se ocorrer algum problema na justiça, até uma obrar sair papel e ser executada, já consome a metade do mandato de 4 anos do executivo.

O que pode acontecer, é que todo executivo pode começar a pensar em realizar projetos pequenos, pois ele sempre ficará na dúvida se terá ou não tempo suficiente para terminar a obras e, pior, se o seu sucessor dará continuidade ao projeto.

Então 4 anos para um bom gestor é pouco. Acabar com a reeleição e deixar 5 anos é bastante ariscado, se o gestor foi péssimo.

Mas o pior é tempo que o eleitor ficará sem ter como fazer suas escolhas.

Além de retirar do eleitor a possibilidade do mesmo votar na reeleição do gestor que está lhe agradando, o eleitor ainda está sujeito a ter que aturar mais um ano de um péssimo gestor. Nesse ponto, o bom gestor e o eleitor satisfeitos saíram perdendo.

No mínimo essa questão deveria ter passado por um plebiscito, já que somos um país democrático, ao menos deveríamos ser.

Na prática ficou assim:

O eleitor satisfeito com o gestor perdeu o direito de votar em sua reeleição. Em troca, lhe deram apenas mais um ano.

O eleitor insatisfeito com o gestor perdeu o direito de votar contra o gestor após 4 anos. Agora ele terá que esperar 5 anos, mas também não corre o risco de ter o gestor reeleito, somente de ser eleito um sucessor do mesmo grupo do gestor.

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