Ipu (CE): Em breve, cidade terá uma Rede de TV a Cabo, com produção local

A notícia foi publicada na rede social facebook pelo radialista Adauto Pontes que disse está passando a informação em primeira mão para que a população do município de Ipu, que a 296 km de Fortaleza.

"Você sabia amigo do facebook que muito em breve a nossa cidade de Ipu, Terra de Iracema, que já tem vários emissoras de rádios Am e FM, que tem jornal escrito periodicamente lançado, muito em breve disporá de uma Rede de TV a Cabo, com produção local, com geração de imagem em ilha digital, com repórteres locais, âncoras de programas diários e vários pontos de produção em rede em tempo real, via internet, tudo isso para a nossa Ipu?

Pois bem, depois de uma entrevista com o ex-deputado federal e ex-prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, e de vários técnicos e profissionais responsáveis por esse projeto, no gabinete da Prefeitura de Ipu, ficou tudo acertado com os responsáveis pela execução de mais esse veículo de comunicação visual que o Ipu, muito em breve, colocará à disposição da população, através da parceria da Prefeitura Municipal de Ipu, tendo como incentivador da iniciativa o Prefeito Sérgio Rufino (PCdoB) e a população local, que através de uma assinatura mensal do Sistema a Cabo e via internet, por um valor popular, irá dispor de todas as novidades comerciais, noticiosas, policiais, hospitalares, políticas e sociais, dentre outras...

Aguardem, muito em breve mais informações.

É o Ipu partindo na frente em busca de melhor informar a população e oferecer mais opções de serviços em prol do conhecimento do nosso povo"

(Informações do Radialista e Repórter Adauto Pontes) 

Como funciona a TV a cabo

O primeiro objetivo da TV a cabo era o de difundir a televisão para distâncias mais remotas, mas a ideia se expandiu. A TV por assinatura passou a ser um investimento importante para aumentar a diversidade de canais disponíveis para o telespectador. Mas como o sistema de funciona no Brasil? Conheça mais detalhes da TV a cabo.

No Brasil, já existem mais de cem empresas para prestar o serviço. De acordo com dados da Anatel, a TV a cabo já chegou a mais de 5,5 milhões de domicílios. Ao todo, são mais de seis milhões de assinantes que contam com o acesso à programação televisiva diferenciada.

No Brasil, os sinais transmitidos das capitais não conseguiam ir muito longe, nem às cidades que se encontravam no meio das serras. O sistema progrediu tanto que, atualmente, não só é usado para transmitir programação de emissoras fechadas como estimulou a criação de TVs locais e comunitárias, já que a infraestrutura necessária para a montagem é bem menor.

Para captar e retransmitir o sinal por cabo, uma central técnica equipada com antenas via satélite e outras para receber as ondas terrestres reúne os canais e distribui através da rede de cabos aos domicílios. No início, os cabos usados eram os chamados “coaxiais” e conforme a distância que precisassem ir deixariam perder gradualmente o sinal que carregavam. Para solucionar o problema, os engenheiros responsáveis tinham que colocar incontáveis amplificadores pelo caminho e manter a qualidade de som e imagem que distribuíam.

Com o surgimento da fibra óptica, as empresas de TV a cabo puderam reduzir bastante o número de amplificadores, melhorar ainda mais a estabilidade do serviço, aumentar a oferta de canais, e ainda agregar outras funcionalidades aos assinantes como o pay-per-view e o acesso à Internet.

Além disso, hoje estamos vivendo uma fase de migração para o sistema de televisão digital. A novidade vem sendo implantada pelas operadoras de TV por assinatura e foi capaz não só de melhorar ainda mais a qualidade do sinal, como também de ampliar vertiginosamente a capacidade de suportar mais canais na mesma faixa de frequência. A tecnologia da compressão de áudio e vídeo multiplicou as opções de transmissão pelas programadoras e pelas emissoras.

A TV digital também serviu para aprimorar a segurança do sistema. Surgiram os canais codificados, guardados dos espectadores por exibirem conteúdo impróprio ou simplesmente como medida antipirataria, só sendo liberado com um código correto.

Na contramão do avanço da televisão digital, o sistema MMDS, semelhante ao usado pela TV aberta convencional, vem sofrendo a extinção na maior parte das cidades que usam sua cobertura. O MMDS é um sistema utilizado por operadoras de TV por assinatura que emite micro-ondas para levar o conteúdo analógico ou digital às casas dos espectadores. O retrocesso do sistema acontece por conta de um impasse: a mesma faixa de frequência que o MMDS ocupa é a destinada ao uso da tecnologia 4G no Brasil.

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