Cunha diz que odeia o Governo, com a esperança de ser blindado pelo PSDB

O texto em forma de poemas rimados a seguir é do escritor Eduardo de Paula Barreto, mineiro natural da cidade de São Lourenço, no sul de Minas Gerais e fala da mais novo escândalo do país, o envolvimento de Eduardo Cunha na Lava Jato.

Os Mosquiteiros

O Brasil inteiro é testemunha
De que Eduardo Cunha
É um agente infiltrado
Que serve à oposição
Fingindo ser da situação
Que o vê como aliado.

Mas agora que foi citado
No escândalo da Lava Jato
Diz ao Governo que o odeia
Com a esperança de que
Seja blindado pelo PSDB
E se livre da cadeia.

A Presidente do Brasil
Tem que administrar o covil
No qual transformou-se Brasília
O que acaba comprometendo
O nosso desenvolvimento
Aí Aécio curte e compartilha.

Trata das leis o Poder Legislativo
Governa o País o Poder Executivo
Administra a justiça o Poder Judiciário
Mas quando há disputas nos Poderes
Os eleitos trocam os seus afazeres
Pela desconstrução dos adversários.

Assim burlam a confiança do povo
Ao se empenharem no jogo
De conquista de privilégios pessoais
Sem se darem conta de que tais disputas
Comprometem o sucesso da busca
Pelas melhorias sociais.

Os Três Poderes são os mosqueteiros
Que em vez de agirem como aventureiros
Deveriam lutar pelo bem da população
Porque quando decidem lutar entre si
Passam a ser os mais cruéis espadachins
Que matam a esperança da Nação.

Cunha esbravejou nestes termos:
"Eu vou explodir o governo"
Por considerar a justiça uma afronta
Mas isso é culpa da sua falsa moral
Que por crescer de forma descomunal
O transformou num homem bomba.

Texto: Eduardo de Paula Barreto, mineiro natural da cidade de São Lourenço, no sul de Minas Gerais.

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