Ipu (CE): Mulher pede ao marido para não sair de casa e teria levado uma cadeirada

No final da tarde do ultimo sábado dia (25), teria ocorrido uma suposta agressão tipificada da Lei Maria da Penha, quando o cônjuge agride a esposa ou a submete a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento.

Era por volta das 18h, quando o marido da senhora T.C.A., 46 anos, chegou em casa supostamente embriagado. Ao perceber o comportamento estranho de seu esposo, o senhor P.C.L., 57 anos, carpinteiro, sua esposa tentou convencê-lo à tomar um banho e se deitar, mas o mesmo a ignorou. Minutos depois, seu esposo disse que sairia novamente. A sua esposa tentou impedi-lo, mas o que ela teria obtido de resposta do esposo foi uma cadeirada.

Ambos residentes no bairro Nova Aldeota.

Já no Domingo (26), a senhora resolveu procurar atendimento médico, pois já não aguentava mais as dores em decorrência da suposta agressão sofrida.

Ela conta que foi atendida e medicada e por conta da lesão sofrida, em decorrência do impacto que teria sofrido, teve que colocar um gesso em seu braço direito. Felizmente ela passa bem, mas por conta de não fazer uma denuncia formal as autoridades competentes, nada será feito e o suposto agressor ficará impune.

De acordo com informações da vitima, há cerca de dois anos ela teria sofrido outra agressão. Segundo ela, teria sido atingida por um golpe de faca. Ela ainda hoje possui a lembrança amarga daquele dia de quem a deveria protegê-la, mas que acabou lhe ferindo.

Já que a senhora não quis apresentar a denúncia, nossa reportagem preferiu ocultar os nomes.

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