MPF recebe pedido para substituir o juiz Moro por travar processo de 2006 contra líder do PSDB

O pedido pede que o Ministério Público Federal dê celeridade ao caso e impeça a prescrição do crime para que não tenhamos mais um político do PSDB sendo beneficiado pela justiça que arquiva tudo e trava até a prescrição dos crimes envolvendo políticos tucanos.

O professor universitário Charlinton Machado protocolou nesta terça-feira pedido ao Ministério Público Federal, autor de investigação e de ação criminal contra o atual senador Cássio Cunha Lima – líder do PSDB, para que provoque a Ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, no sentido de dar celeridade ao processo denominado de Concorde, ainda das eleições de 2006, para indicar substituto do juiz federal Sérgio Moro, o mesmo da Lava Jato, que há meses está com o processo e não da prosseguimento.

- Estou dando entrada de uma petição em caráter pessoal, como pessoa física, para não envolver a questão partidária – informou Machado em contato com a reportagem do Portal WSCOM, ele que é também presidente do PT da Paraíba. "Não quero misturar as coisas para evitar a polêmica de sempre".

Charliton Machado disse que "é preciso dar celeridade a este rumoroso caso em que o ex-candidato ao Governo e atual senador é acusado em ação do Ministério Público Federal de lavagem de dinheiro e relação promiscua do Estado com agentes privados prestadores de serviços" – afirmou ele, acrescentando que "embora haja toda a gravidade, o juiz Sérgio Moro resolveu secundarizar a atenção processual, resultado por temermos a prescrição, como acontece nos processos do PSDB, estamos agindo pedindo celeridade".

Ele afirmou ainda que "é preciso que a sociedade brasileira conheça a verdade política do atual senador, que pousa de homem decente acusando o PT de ser organização criminosa, algo que jamais será, como ele já mereceu cassação de mandato por crime eleitoral, e agora precisa se explicar sobre ação criminal do Ministério Público por lavagem de dinheiro, aliás com R$ 400 mil voando de um edifício em João Pessoa dai o nome Caso Concorde".

Fonte: Portal WSCOM

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