Polícia Federal ou Folha de S. Paulo: Quem mentiu para proteger ELE?

O jornal Estado de S. Paulo, acusado de ter usado tarjas pretas sobre o nome do senador José Serra (PSDB-SP) no relatório sobre as mensagens apreendidas no celular de Marcelo Odebrecht, disse nesta quinta-feira (23) que a blindagem (tarjas) foi feita pela própria Polícia Federal, e não pela publicação.

E o jornal ainda defendeu a Polícia Federal dizendo que a intensão era a de preservar as investigações. Ou seja: os outros investigados não precisam ser preservados em nada, mas para o tucano é necessário?

O Jornal Estado de S. Paulo ainda esclareceu ou tentou alegrar que outros nomes de políticos como Michel Temer e Geraldo Alckmin, não foram blindados porque ambos tiveram reuniões formais e previstas na agenda com o empreiteiro.

Numa das mensagens onde blindaram a Serra, o empresário Marcelo Odebrecht falava em "adiantar 15 p/JS". Serra nega qualquer envolvimento com a Odebrecht.

O juiz Sérgio Moro deu prazo de dois dias para que a construtora se explique, mas a Odebrecht pediu um prazo maior, alegando que apenas seu presidente poderia esclarecer o teor das mensagens.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) ironizou a blindagem com trajas prestas e disse: "Quem cobriu com tarja preta o nome de José Serra no documento da Polícia Federal, quer seja da Polícia Federal ou do Jornal Estadão, é um completo e perfeito idiota".

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