Execução de homossexual por militantes do EI é acompanhada por multidão

Militantes do Estado Islâmico (EI) atiraram um homem do alto de um prédio, em Raqqa, na Síria, nesta semana. Segundo informações do jornal “Daily Mail”, o prisioneiro foi morto porque era homossexual.

Dezenas de pessoas, incluindo crianças, acompanharam o julgamento e a execução do cativo. 

Fotos da ação foram publicadas no Twitter por ativistas do grupo “A campanha síria conta o Estado Islâmico e o regime Assad em Raqqa”, que lutam contra a ação dos jihadistas.

Segundo a publicação britânica, antes da execução, jihadistas usaram um microfone para anunciar ao público o motivo da punição do homem. Antes de ser atirado da construção, o rapaz foi vendado e teve as mãos amarradas nas costas. Três militantes do EI encapuzados subiram com ele até o alto do prédio e, em seguida, empurram-no.


No mês passado, pelo menos quatro homossexuais foram atirados do alto de um edifício, em Fallujah, no Iraque, por membros do grupo fundamentalista islâmico. Na sequência de imagens, que também foi divulgada no Twitter, é possível quando uma das vítimas é levada até o alto do prédio e, em seguida, é atirada. Depois, vê-se uma série de corpos na base da construção. Todos foram homossexuais sofreram a mesma forma de execução.



No início de junho, outros três homossexuais já haviam sido mortos da mesma forma, na cidade de Mossul, no Iraque, país onde o grupo jihadista usa formas públicas de execução para promover o medo e o seu poder entre os moradores. Na região, homossexuais também já foram punidos com a sentença de morte por apedrejamento.


De acordo com o relatório anual sobre terrorismo do Departamento de Estado dos Estados Unidos, o Estado Islâmico já ultrapassou a Al-Qaeda como principal grupo terrorista no mundo. O documento aponta a capacidade do grupo em recrutar militantes e divulgar sua mensagem pelo mundo.

Fonte: Extra

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