Jornal Inglês destaca como Dilma combate e lida com a corrupção em seu governo

O jornal Financial Times (FT) publicou uma reportagem reconhecendo o combate à corrupção durante o governo Dilma Rousseff (PT) e afirmou que este pode ser "o principal legado da presidente pelo Brasil".

O FT reconheceu no governo de Dilma algo que muitos brasileiros, manipulados pela grande mídia golpista do Brasil, não conseguem reconhecer, que o governo de Dilma é pioneiro em criar novos mecanismos que aprimoraram o combate contra a corrupção, a chamada "Delação Premiada". O FT é reconhecido por fazer um trabalho sério e por tradicionalmente se posiciona contra o governo e para o editor do jornal as delações premiadas funcionam como "armas de destruição em massa contra a corrupção".

O jornal ainda fez questão de destacar em sua reportagem que "não há provas sobre o envolvimento da presidente Dilma Rousseff na Operação Lava Jato".

"O governo Dilma tem se diferenciado pela forma como lidou com a corrupção endêmica no Brasil. Em 2011, o primeiro ano de seu primeiro mandato, ela demitiu alguns ministros, depois de denúncias de corrupção. Em 2013, ela não tentou interferir quando membros do PT foram condenados por envolvimento no mensalão", destacou como Dilma lida com os casos de corrupção em seu governo.

O FT ainda destacou que após o mensalão, Dilma criou uma legislação anti-corrupção que permitiu a investigadores negociar a Delação Premiada, ou Acordos de Leniência, em que um suspeito pode concordar transformar informante em troca de uma sentença mais leve.

Por fim, a reportagem do jornal inglês Financial Times destacou que as investigações ocorrem em órgãos independentes do governo do PT e que a presidente Dilma não interfere e nem influência na apuração denuncias.

Não é de hoje que os ingleses se interessam pela corrupção no Brasil, tanto que foi durante uma entrevista para a BBC de Londres que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) passou um dos maiores vexames de sua vida.

Segundo o Wikipédia, o pernambucano Geraldo Brindeiro, enquanto Procurador-Geral da República do governo FHC, foi fartamente criticado por sua inação. De 626 inquéritos criminais que recebeu, engavetou 242 e arquivou outros 217. Somente 60 denúncias foram aceitas. As acusações recaíam sobre 194 deputados, 33 senadores, 11 ministros e 04 contra o próprio presidente FHC.

Por conta disso, Brindeiro recebeu o jocoso apelido de "Engavetador-Geral da República".

Entre as denúncias que engavetou está a de compra de votos para aprovação da emenda constitucional que aprovou a reeleição para presidente, beneficiando o então presidente Fernando Henrique Cardoso.

O programa Hard Talk, da BBC, em outubro de 2007, entrevistou o ex-presidente FHC que vacilou ao falar de corrupção, pensando ele que o apresentador era desinformado, e acabou tendo de ouvir o apresentador lhe questionar sobre os mais de "600 processo de corrupção" que acabaram sendo "engavetados" pelo "Engavetador-Geral da República", durante o seu governo.

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