Wagner Moura fala sobre o combate a corrupção e contesta 'reprisão' de José Dirceu

"A gente sempre viveu achando que no Brasil quem tinha poder não ia para a cadeia. Nesse sentido, a prisão dos empreiteiros e dos políticos relacionadas ao mensalão e à Lava Jato é simbolicamente muito importante para um país que tem a impunidade em seu cerne".

A declaração supracitada é do ator Wagner Moura que está preste a estrear a série "Narcos", da Netflix, onde vive o traficante colombiano Pablo Escobar. Ele compara o governo PT aos anteriores onde os figurões da política brasileira nunca eram presos. Uma realidade que mudou com o governo do PT que não interfere nas investigações e nem protege os corruptos, nem que sejam seus aliados ou até mesmo membros do seu partido.

O ator elogiou a geração atual mais politizada e ressaltou o 'simbolismo' da Operação Lava Jato, mas contestou a "reprisão" de José Dirceu, ex-ministro do governo Lula e que há mais de 10 anos está afastado do governo do PT e nunca participou do governo Dilma: "Ele [Dirceu] já não estava preso?", questionou o ator.

A Lava Jato tem um simbolismo importante neste momento no País. É assim na visão de Wagner Moura que em entrevista à colunista Mônica Bergamo contestou "reprisão" de José Dirceu que está sendo usado pelo mídia golpista e por membros da oposição para criticar o PT: "Ele já não estava preso? Me parece um negócio estranho, mas acho bom que figuras importantes da política possam ir para a cadeia. É um exemplo positivo para o povo brasileiro."

A entrevista completa está na Folha - Veja Aqui.

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