O “erramos” da mídia e a “Pauta-Bomba” de 283 bilhões

PT e Petrolão, tudo a ver na Globo. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que as investigações sobre a senadora Gleisi Hoffman do PT e os dois ministros, Aloizio Mercadante e Edinho Silva, diferente do que a mídia divulgou, não tem nada a ver com a Lava Jato e Petrobras.

A Folha de S. Paulo já emitiu nota corrigindo o erro e jogando a culpa no Jornal Nacional.

Outra notícia interessante é com relação as famosas “Pautas Bombas”, pois os 19 projetos em tramitação no Congresso que fazem parte da chamada “pauta-bomba”, comanda pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), podem gerar um impacto de R$ 283,8 bilhões nos próximos cinco anos e com relação ao aumento de despesas e perda de receita, o que seria o suficiente para cumprir a meta fiscal oficial do ano que vem, de 0,7% do PIB, por sete anos consecutivos.

Os 19 projetos em tramitação no Congresso que fazem parte da chamada “pauta-bomba”, comanda pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), podem gerar um impacto de R$ 283,8 bilhões nos próximos cinco anos, entre aumento de despesas e perda de receita.

Isso nada mais é que um efeito da mídia e o congresso tentando atingir o governo Dilma Rousseff (PT), nem que para isso a oposição arrebente com o país.

Hoje a mídia é um “Lixo”. Com seus tantos equívocos e partidarismo, a mídia hoje é chamada de “lixo”, quando tenta adivinhar os fatos e até cria notícias irreais.

A Folha de S. Paulo, para quem não sabe, tem uma sessão que fica escondida no final da página dela chamado “Erramos”. Ali o jornal faz as correções das matérias que eles publicaram erradas. Só que isso não fica em destaque. Então o que vai para o leitor compartilhar são as matérias erradas.

O mais curioso, que em uma única semana, eu contei 10 (DEZ) matérias falando do governo Dilma e do ex-presidente Lula. Dessas 10 (DEZ), um total de 6 (SEIS) estavam na sessão “Erramos”. Ou seja. 60% do que a Folha de S. Paulo divulgou naquela semana, sobre o governo Dilma e Lula, estava “errado”. Muitos consideram isso um “lixo”.