KPMG afirma não ter encontrado atos de corrupção de Lula na Petrobras entre 2007 e 2011

Foi o que concluiu a empresa após realizar auditorias contábeis. Ofício foi encaminhado ao juiz Sergio Moro.

Em ofício encaminhado ao juiz federal Sergio Moro, a empresa de auditoria KPMG Auditores Independentes afirma não ter identificado em demonstrações contábeis "atos envolvendo a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na gestão da Petrobras que pudessem ser qualificados como representativos de corrupção ou configurar ato ilícito".

O período de tempo analisado foi de 31 de dezembro de 2006 a 31 de dezembro de 2011.

A KMPG frisa que as análises foram feitas por meio de procedimentos e testes previstos em normas profissionais de auditoria.
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