Quixadá (CE): Polícia investiga se “Bonde dos Monólitos” pretendia implantar facção criminosa

A empregada doméstica Ana Nubia de Lima Melo, o namorado Cregivan Almeida de Oliveira, e um irmão dela, Luis Fernando de Lima Melo são os mentores do “Bonde dos Monólitos”.

A referência é feita pela Polícia ao grupo de 11 pessoas presas na tarde da última quarta-feira (31), dentro de uma residência no bairro Planalto Universitário, em Quixadá. O grupo foi preso logo após recrutar mais quatro membros, de Pacajus, para reforçar as ações criminosas nesta cidade do Sertão Central. São as informações preliminares acerca das investigações.

O delegado Flávio Ribeiro Júnior, responsável pela lavratura do auto de prisão em flagrante do bando criminoso informou que dois dos quatro integrantes chegaram de Pacajus com armas de fogo, revolveres. Eles também haviam trazido ferramentas como picareta, martelo e serra metálica para realizarem arrombamentos nos prédios comerciais e residências da cidade. “Eles pretendiam aproveitar o período de festas juninas para agirem com mais facilidade, tanto nos arrombamentos como os assaltos a mão armada”, acrescentou um investigador da Polícia Civil.

A Polícia ainda levanta se a quadrilha oriunda da região metropolitana de Fortaleza integra a facção criminosa Guardiões do Estado (GDE). “O recado da Polícia foi dado. Aqui na nossa terra é cadeia ou cemitério”, comentou um policial se referindo à prisão do bando e à morte de Francisco Alandiego da Silva Freires, 22 anos, no confronto com policiais militares. A expressão já havia sido pronunciada pelo secretário estadual da Segurança Pública, André Costa em outra ação policial.

Fonte: DN
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