Quatro mulheres são presas suspeitas da morte de servidora da Assembleia do Ceará; diarista é suspeita

Suspeitas da morte de servidora da Assembleia do Ceará foram encaminhadas para a sede da DHPP, no Bairro de Fátima, em Fortaleza. — Foto: Rafaela Duarte/ Sistema Verdes Mares

Vítima foi encontrada morta pelo filho dentro de casa, no Eusébio, com lesões de faca.

Quatro mulheres foram presas entre a noite da quinta-feira (28) e a madrugada desta sexta-feira (29), suspeitas da morte da servidora aposentada da Assembleia Legislativa do Ceará, Liduína Maria Junior Rios, de 60 anos. A vítima foi encontrada sem vida pelo filho dentro da própria casa, no Bairro Coaçu, no município de Eusébio, Grande Fortaleza, na noite da última quarta-feira (27). Uma das suspeitas é a diarista da vítima, que tinha acesso à residência de Liduína.

De acordo com a polícia, três suspeitas foram localizadas no Bairro Barroso, em Fortaleza, e no Jereissati 3, em Maracanaú, ainda durante a noite. A quarta suspeita foi detida na madrugada, em local não informado. Não foram repassados os detalhes das prisões. Elas foram conduzidas para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no Bairro de Fátima, responsável pelas investigações sobre o caso.

Objetos roubados da residência da vítima foram localizados com as mulheres, que não tiveram as identidades reveladas.

Crime




O irmão da de Liduína Maria, o vice-presidente da Câmara de Vereadores de Itarema, Paulo César, afirmou que a irmã foi amarrada e amordaçada. A servidora foi encontrada morta pelo filho cerca de uma hora após o crime e apresentava lesões de faca.

A família já desconfiava da diarista da vítima, já que o local não apresentava sinais de arrombamento e a suspeita, contratada recentemente, possuía a chave da casa.

"Era uma pessoa maravilhosa. Mãe de dois filhos, um médico, outro advogado. Vivia para os filhos. Íntegra, dona de casa, responsável", comentou o irmão sobre Liduína.

Fonte: G1 Ceará
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