Ceará tem seis casos suspeitos do novo coronavírus, diz Ministério da Saúde


Governo Federal atualizou os números de suspeitas da doença na tarde desta sexta-feira (28).

O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (28) que o Ceará tem seis casos suspeitos do novo coronavírus, de um total de 182 investigados no Brasil. É um caso suspeito a mais do que o apresentado pelo Ministério nesta quinta-feira (27). Dois casos foram descartados no Ceará.

O estado é segundo em maior número de suspeitas da doença no Nordeste, atrás da Bahia, com nove. Até esta sexta-feira (28), 71 casos suspeitos de coronavírus já foram descartados em todo o Brasil, que permanece apenas com o registro de um caso confirmado da doença no estado de São Paulo

O secretário nacional de vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, esclareceu que o uso de álcool em gel, com concentração 70%, é um dos métodos ideais para evitar a contaminação, além de manter o hábito de lavar as mãos com água e sabão.

Leitos separados em hospitais

O secretário da Saúde do Ceará, Carlos Roberto Martins, o Dr. Cabeto, afirmou na quinta que o estado está separando leitos em hospitais para atender os possíveis casos.

“Todos os hospitais estão orientados para ter setores de isolamento, com até dois leitos. E nós estamos organizando um plano pra que, se eventualmente essa coisa ficar maior, que pode muito bem não acontecer, a gente ter um hospital de referência específico exclusivo pra isso", frisou. A unidade em questão não foi definida.

Caso confirmado no Brasil

O único paciente com confirmação de que está com o Covid-19 chegou ao país vindo da Itália. Ele estava assintomático e, depois de alguns dias, procurou um serviço de saúde com sintomas respiratórios. Antes, ele havia participado de uma reunião familiar, o que levou o Ministério da Saúde a colocar 30 pessoas que tiveram contato com ele em observação.

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, afirmou que ele é hipertenso e que por ter mais de 60 anos está entre os pacientes que apresentam maior risco, mas no caso dele específico, os sintomas são leves e a doença não evoluiu para um quadro mais grave.

Fonte: G1
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